How’s Ross?

“Ele não é só um cara… Esse sim, esquenta as suas mãos e escuta os seus impropérios e gracinhas com o mesmo apego. Ele não te deixou apodrecendo ali onde você não pudesse incomodar. Ele é diferente de tudo o que é errado em seu mundo e em outros mundos. Você diria que ele salvou sua vida se não soasse tão dramático. (…) Te ensinou a gostar de surpresas. Ele é diferente. Ele não é só um cara. Ele te ouve como se te entendesse, fala como quem soubesse o que dizer e não diz nada muitas vezes, porque ele entende os silêncios. Ele existe. Você sabe que seriam bons amigos, bons parceiros, bons inimigos, mas você prefere ser a garota dele. E sabe que serão importantes na história um do outro para sempre, independentemente de tudo que estiver pra acontecer. Porque ele não é só um cara. Você não quer mais só um cara. E ele é tudo que você quer hoje.”
(Tati Bernardi)

Saudade, é como uma doença que se não for diagnosticada no início, entra em metástase e vai acabando pouco a pouco com você. Até chegar uma hora que não existe mais cura e a única solução é a morte. E como ela, “saudade” também é uma palavra oca e deixa sua marca para sempre. Só quem passou por essa “morte” sabe o que é precisar de algo. É como se você estivesse lutando para conseguir o nada. Quem nunca precisou fechar os olhos para se transportar não sabe abrir um sorriso de verdade. Quem nunca sentiu aquele vazio ao olhar para o lado não sabe como é ter que congelar parte do seu coração só para evitar mais lágrimas. E apenas as pessoas que são obrigadas a se contentar com lembranças todas as noites, sabem enxergar o verdadeiro valor de um momento.

E eu te amo. Desse meu jeito meio torto, meio louco, e totalmente confuso. Mas eu te amo sim, e amo muito. — Stephani Ignatti